• O Ínicio do Mundo

Através deste ensinamento progressivo, darás conta que algumas leis naturais tem relação com o número sete,  enquanto outros mistérios da criação se relacionam com a Lei do Três. Todas estas Leis se estudam nas distintas Escolas Esotéricas, as quais coincidem nas mesmas conclusões, não somente nos aspectos gerais, senão, também, em considerações mais profundas.

Nestas primeiras exposições receberás apenas uma orientação elemental e dentro em breve penetrarás em conhecimentos mais profundos.

QUAL É A ORIGEM DA VIDA? Sobre esta pergunta teceram-se inumeráveis teorias, suposições, divagações, etc. Nos tempos antigos, Anaxímenes, o grande filósofo, insinuou que a vida que vibra e palpita sobre a face da Terra se originou no limo ou lama oceânica e que com os incontáveis séculos foi-se adaptando ao meio ambiente. Este filósofo pensava seriamente que todas as espécies viventes, incluindo a humana, descendessem de arcaicos seres oceânicos.

Epicuro acreditava na “geração espontânea” e suas idéias repercutiram intensamente no âmbito intelectual dos séculos XVII e XVIII. Newton e Harvey aceitaram esta teoria.

J.    B. Helmont acreditava que a chave da vida residia exclusivamente na fermentação e até deu-se  ao luxo de propor métodos para a geração de escorpiões e outros seres viventes.

No ano de 1765, o mundo intelectual dos países baixos foi agitado por tremendas discussões que giravam ao redor das bactérias e protozoários. Para muitos, tais organismos microscópicos, desenvolveram-se em forma natural e espontânea, ainda que Leeuvenhock suspeitasse que proviessem do ar. Então Buffon, deu uma hábil explicação científica ao tema inquietante da geração expontânea. A matéria viva - disse - consta de moléculas orgânicas que durante o processo de putrefação é capaz de reajustar-se por si só para formar novos organismos de matéria acabada de fenecer. O sofisma de tão absurda explicação é evidente que está contido naquilo que chamam de “reajuste espontâneo”, ao acaso, sem um princípio diretriz inteligente.

O conflito intelectivo mais agudo do século XIX teve seu cenário no terreno das idéias, com Pasteur e Darwin.

Aquela questão bastante espinhosa relacionada com as formas inferiores da vida e a geração espontânea ocasionou violentos debates quando Darwin publicou sua teoria da evolução.

Pasteur, foi contra o dogma da evolução quando ridicularizou a Julio Michelet, que de forma absurda descrevia a vida como originada de uma gota de água do mar rica em nitrogênio e com um pouco de mucosidade, que após 10.000 anos aproximadamente evolucionaria a inseto e após 100.000 anos evolucionaria a macaco e homem.

Pasteur cancelou a teoria da geração expontânea, quando sabiamente afirmou: “Não, atualmente não se conhece circunstância alguma pela qual possamos afirmar que seres microscópicos tenham vindo ao mundo sem germes, nem antecessores que lhe sejam semelhantes. Todos aqueles que pretendem desmentir esta realidade, não são mais que joguetes de ilusões, vítimas de experimentos mal realizados, impregnados de erros que não sabem explicar,  o que ignoram e como evitá-los”.

Pasteur acabou com o fundamento da teoria evolutiva e transformadora de Darwin, quando reduziu à poeira cósmica a teoria da geração espontânea.

O Movimento Gnóstico não nega a Lei da Evolução, mas também ensina a Lei da Involução. A vida em si mesma, inclusive na forma mais baixa e elemental, como numa bactéria, só pode surgir realmente de outra vida.

Existe o Dia Cósmico e a Noite Cósmica. Cada um deles tem uma manifestação de 311.040.000.000.000 de anos. Durante o Dia Cósmico ou Mahanvantara evolucionam e involucionam os mundos e tudo o que neles há. Durante o Pralaya ou Noite Cósmica repousam no “nada”. O espaço está cheio de universos; enquanto alguns sistemas de mundos saem da noite profunda, outros chegam a seu ocaso; aqui berços, mais além sepulcros.

O gérmen da existência dorme durante a noite profunda do grande Pralaya, entre o seio do espaço abstrato absoluto e volta à manifestação cósmica quando inicia a aurora do Mahanvantara.

Os gérmens viventes durante o Dia Cósmico estão submetidos às Leis da Evolução/Involução, Ritmo, Vibração, Número, Medida e Peso.

Cada espécie tem em si mesmo seu protótipo vivente, seus gérmens originais, os gérmens viventes da vida universal, suspensos inteligentemente na atmosfera vital dos mundos em que vivemos, e podem ser classificados.

É evidente que cada espécie germinal específica exige para sua manifestação condições vitais claras e precisas.

Qualquer espécie germinal elemental pode e deve evolucionar e desenvolver-se durante seu ciclo de atividade particular. É indiscutível que todo tipo germinal involuciona e regride até seu estado elemental, primitivo, quando finaliza seu ciclo de atividade. Exemplo: Os enormes monstros anti-diluvianos que outrora assolavam cidades ciclópicas deixando por todo lugar suas marcas  indeléveis de terror e morte, ainda que pareça incrível, existem em pleno século XX. Hoje são apenas minúsculos animais inofensivos que a ninguém causam pavor; porém, se encontrassem o meio ambiente favorável, voltariam a tamanhos gigantescos.

E que diremos da raça humana intelectual de bípedes tricerebrados ou tricentrados? Por que teriam que ser uma exceção à regra magna? É óbvio que os gérmens do ser humano iniciaram seus múltiplos processos evolutivos desde a mesma aurora do Mahanvantara do Dia Cósmico.

Ouviram falar alguma vez sobre as raças Protoplasmática ou Polar? Dita geração gigante, mais além do tempo e da distância, foi na verdade a culminação de uma longa série de processos evolutivos que tiveram seu cenário nas dimensões superiores da Natureza.

Conclui-se que as subseqüentes gerações da humana espécie, descendem daqueles gigantes descomunais e arcaicos, que vieram regredindo desde os tempos antigos, involucionando até seu estado germinal primitivo.

As  cinco estátuas de Bamian, redescobertas pelo viajante chinês Hiouen Thaang nos dá uma idéia das distintas épocas pela qual passou a humanidade. A maior representa a primeira raça humana, cujo corpo Protoplasmático semi-etérico, semi-físico, está assim gravado na dura pedra imperecedora, para conhecimento das gerações futuras; pois de outro modo sua lembrança não sobreviveria jamais ao dilúvio Atlante. Os protoplasmáticos reproduziam-se em forma parecida à multiplicação celular. Seu corpo nos lembra a forma gelatinosa mediante a qual aumentavam e diminuíam à vontade.

A segunda estátua, de 120 pés de altura, representa a raça hiperbórea, gigantes que reproduziam-se por espório. De sua barriga das pernas se desprendiam os brotos que multiplicavam a espécie. Não é de estranhar que chamemos as panturrilhas de “barriga” das pernas.

A terceira estátua mede 60 pés de altura e imortaliza sabiamente a raça Lêmure, que habitou no continente Lemuriano, no lugar onde atualmente encontra-se o Oceano Pacífico. Seus últimos descendentes acham-se representados nas famosas estátuas encontradas na Ilha da Páscoa. Os Lêmures eram bissexuais, andróginos puros, porém naquela época não havia maldade nas pessoas. Não existiam fronteiras nem cercas que dividiam os vizinhos. Certamente os seres humanos eram os reis da Natureza, com todos os seus poderes em plena manifestação, pois não tinham isso que as religiões chamam dos “7 pecados capitais”, os Eus Pluralizados. No entrecenho daqueles colossos ressaltava a glândula pituitária, o sexto sentido. A vida daqueles indivíduos durava de 12 a 15 séculos. Viviam em gigantescas cidades protegidas por enormes pedras formadas por lavas vulcânicas, pois naquela época, há mais de dezoito milhões de anos, a Terra estava em constante erupção.

O sistema de reprodução dos Lêmures, hermafroditas, era por gemação. O pai/mãe ovulava e as pessoas estavam constituídas em si mesmas pelas três polaridades: masculina, feminina e neutra; o ovo tinha todas as características da procriação, de acordo com o poder de vontade de seu progenitor.

É claro que esta informação parecerá um tanto estranha a alguns de nossos discípulos, reação que consideramos normal, já que esta parte da história da humanidade desapareceu completamente dos meios de informações comuns e correntes. Pois as informações que temos alcançam nada mais que uns poucos milhares de anos, com o agravante de que são limitadas e expostas a erros devido a deduções, que em muitos dos casos resultam em conclusões forçadas. Coisa distinta ocorrem nas Escolas Esotéricas, onde se vive em contato constante com a Natureza e com procedimentos naturais, chega-se a estudos profundos do passado, presente e futuro do planeta. Estas escolas, de distintos locais e épocas coincidem em idênticas conclusões. Um iniciado avançado nestes estudos pode entrar nas dimensões superiores e verificar por si mesmo o que estamos afirmando. Na distinta simbologia de escritos antigos, Egípcios, Astecas, etc., encontramos relatos similares à simbologia cristã. Nesta diz-se que Deus fez cair em sono a Adão, depois tirou-lhe uma costela, da qual formou Eva. Com isto ilustra-se um dos fatos transcendentais ocorridos em tempos da Lemúria: a separação dos sexos, fenômeno este que se realizou em milhares de anos, pois a Natureza não dá saltos. A Divindade trabalha através da Natureza, lentamente, da mesma maneira que os seres vivos começam pela união de duas células e demoram muitos anos, como no caso do ser humano, que leva mais de 20 anos para chegar ao pleno desenvolvimento de todas as faculdades normais. A separação do sexo foi um trabalho definitivamente consumado ao final da raça Lêmure. A cooperação sexual realizou-se durante muito tempo de forma perfeita até que ocorreu outro acontecimento mencionado em todos os Gêneses Religiosos: o ter comido o fruto proibido (Adão e Eva), a simbólica maçã, com o que perderam seu estado de pureza, entrando paulatinamente num estado de inconsciência, enfermidades e degeneração. Estudaremos estas simbologias com detalhes em futuras lições.

Tempos depois, o grande continente de MU ou Lemúria, afundou nas águas do Oceano Pacífico. A seleção dessa raça constituiu a semente para a formação da raça Atlante, representada pela quarta estátua de Bamían. Foi ainda menor que as anteriores; porém gigantesca em comparação com a nossa atual 5ª raça Ária, que vivemos nos atuais continentes. Nossa atual raça Ariana é o conjunto de todos os povos que habitamos os cinco continentes. O Continente Atlante estendia-se e orientava-se para o Austro e os lugares mais elevados do setentrião. Seus montes excediam em grandeza e elevação aos que existem atualmente. A Atlântida unia geograficamente a América e o velho mundo. Nossa civilização atual ainda não superou a Atlante.

Nada há de novo abaixo do sol. Todas as invenções que surgem na mente de seus autores, não são originais, já existiram antes. Os inventores unicamente recebem a idéia que ficou plasmada na 4ª dimensão - arquivo do passado, presente e futuro do planeta - e a plasmam no plano físico. Dá-se o caso de inventores criarem o mesmo invento, embora um desconheça o que o outro está criando, ao mesmo tempo. Os atlantes também conheceram a energia atômica  e a utilizaram na paz e na guerra, e com ela auto destruíram-se.

A ciência atlante teve a vantagem de estar unida à magia, entendendo-se como magia, não os exibicionismos e bruxarias que estamos acostumados a ver, porém conhecimento e uso das forças naturais e suas leis, matéria esta completamente desconhecida nos dias de hoje pela maior parte dos seres humanos e que o homem de universidade simplesmente rechaça sem submetê-la a nenhum tipo de estudo ou comprovação. Os atlantes fabricaram robôs extraordinários controlados por certos tipos de elementais da natureza superiores; dotados assim de inteligência, pareciam seres humanos, que serviam a seus donos, informando-lhe sobre perigos que se acercavam e em geral sobre múltiplas coisas da vida diária. Tinham os atlantes máquinas maravilhosas como uma que telepaticamente podia transmitir à mente de qualquer ser humano preciosa informação intelectual. As naves aéreas e marítimas do velho continente submergido, eram impulsionadas por energia nuclear. As lâmpadas atômicas iluminavam os palácios e os templos de paredes transparentes. Aprenderam também a desgravitar os corpos à vontade e com um pequeno aparelho, que cabia na palma da mão, podiam fazer levitar qualquer corpo, por pesado que fosse. Assim se explicam como foram capazes de construir as pirâmides do Egito, movendo cada pedra de muitas toneladas, cinzelando-as e colocando-as simetricamente nos lugares respectivos, demonstrando assim seus profundos conhecimentos em matemática, astronomia, física, predição, etc. Foram os atlantes que construíram essas pirâmides e as dos Astecas e Incas e fundaram as civilizações astecas, incaicas e estabeleceram os mistérios da Índia, China, Egito, Yucatan, etc.

Todo o ensinamento religioso da América primitiva, todos os sagrados cultos dos Incas, Astecas, Mayas, Egípcios, foram oriundos das primitivas religiões atlantes, bem como os deuses e deusas dos antigos gregos, fenícios, escandinavos, indostães, etc. Os deuses e deusas citados por Homero na Ilíada e Odisséia, foram heróis, reis e rainhas da Atlântida.

O famoso Dr. Paulo Sclieman, que teve a alta honra de descobrir as ruínas da velha Tróia, encontrou no tesouro de Priamo um estranho vaso de forma muito peculiar, no qual estava gravado uma frase de caracteres fenícios, que textualmente dizia: “Do rei cronos dA Atlântida”. Resulta interessante saber que entre os objetos desenterrados em Tlahuanaca, encontram-se vasos muito semelhantes aos tesouros de Priamo.

Quando ditos vasos foram quebrados, com propósitos científicos, sempre se encontravam em seu interior certas moedas nas quais se podia ler com inteira clareza uma frase que dizia: “Emitido no Templo das Paredes Transparentes”, ou seja, a tesouraria nacional atlante.

Num antigo manuscrito Maya conservado no Museu Britânico pode ler-se o seguinte: “No ano 6 de Kan, o 11 Mulug, no mês ZRC, ocorreram terríveis terremotos que continuaram sem interrupção até o 13 CHUEN. O País das LOMAS DE BARRO, a terra de MU, foi sacrificada e depois de duas convulsões desapareceu durante a noite sendo constantemente estremecida pelos fogos subterrâneos que faziam com que a terra que afundara reaparecesse várias vezes. Ao fim a superfície cedeu e dez países desapareceram. Afundaram-se 64 milhões de pessoas, 8000 anos antes de escrever este livro”.

Nos arquivos do antigo Templo Budista de Lhassa pode ler-se todavia uma inscrição Caldéia muito antiga, escrita 2000 anos antes de Cristo e que diz: Quando a estrela BAL caiu no lugar onde agora só há mar e céu, as sete cidades com suas portas de ouro e templos transparentes tremeram e estremeceram como as folhas de uma árvore movidas pela tormenta e foi aí que uma oleada de fogo e fumaça se elevou nos palácios; os gritos de agonia enchiam o ar. Buscaram refúgio em seus templos e cidadelas e o sábio MU, o sacerdote de RA-MU apresentou-se e lhes disse: “Não os predice isto? Morrereis com vossos  escravos e vossas riquezas; de vossas cinzas surgirão novas nações, SE ELES ESQUECEREM QUE DEVEM SER SUPERIORES, NÃO PELO QUE ADQUIRIREM SENÃO PELO QUE DÃO, A MESMA SORTE LHES TOCARÁ”, referia-se a nós.

A Atlântida passou por terríveis e espantosas catástrofes antes de desaparecer totalmente. A primeira catástrofe ocorreu há 300.000 anos mais ou menos, a segunda há 200.000 anos e a terceira há 100.000 anos, a qual é conhecida como o Dilúvio Universal, onde retrata-se mais ou menos confusas lembranças das traições de todas as raças.

A raça Atlante teve 7 sub-raças, a última das quais corresponde aos sobreviventes da grande tragédia. Destes podemos citar dois grupos: os que abandonaram a zona de perigo com antecipação, possuidores do conhecimento, uma vez que se mantiveram à margem da degeneração e que se estabeleceram na meseta central da Ásia; e o segundo grupo que havia caído numa degeneração crescente, ficou disperso nas selvas, chegando ao ponto de mesclar-se com as bestas, donde surgiu o que mais tarde se chamou “A Idade da Pedra”, portanto, esta época não corresponde aos “princípios da humanidade”, senão que são conseqüências de civilizações degeneradas precedentes.

Na meseta central da Ásia localizou-se o que constitui a primeira sub-raça da grande raça Ária, representada pela quinta estátua de Bamían, que teve uma estatura um pouco maior que a dos homens altos atuais. A segunda sub-raça desenvolveu-se na Índia e todo o sul da Ásia. A terceira sub-raça criou as poderosas civilizações da Babilônia, Caldéia, Egípcia, etc. A quarta sub-raça desenvolveu-se em Roma, Grécia, Itália, etc. A quinta sub-raça é a Anglo-Saxônica e Teutônica. A sexta sub-raça corresponde à mistura dos conquistadores espanhóis com os indu-americanos (o mestiço latino-americano). Para a formação da sétima sub-raça houve certos problemas, que a Loja Branca, para solucionar, teve que realizar uma forte imigração de habitantes de todo o mundo para a América do Norte a fim de lograr uma mistura heterogênea com os Anglo-Saxões, donde surgiu a sétima sub-raça da quinta raça Ária, completando, atualmente, o ciclo normal de sete sub-raças previstas para esta Grande Raça.

É fato comprovado que o final de cada ciclo é precedido por terríveis cataclismas e assim como terminaram os ciclos anteriores, representados pelas grandes raças Atlantes, Lêmures, etc., a atual humanidade Ária, que vive despreocupada nos cinco continentes, não pode ser exceção à regra geral. Todas as religiões apregoam cada vez com mais insistência os terríveis cataclismas que se avizinham. Os egípcios com suas famosas pirâmides, estamparam na dura rocha as mesmas previsões apocalípticas descritas pelas organizações religiosas. O mais impressionante do caso é que, de acordo com os enigmáticos antepassados, construtores das pirâmides - fato ocorrido a muitos milhares de anos - tenham feito previsões tão assombrosas, concordando ainda suas datas, como a primeira e segunda guerra mundial, e o não menos misterioso beco sem saída que descende vários metros e conduz a nenhuma parte, simbolismo perpetuado em sua devida ordem, depois dos que indicaram as duas conflagrações anteriormente ditas. Não queremos nesta oportunidade argumentar sobre matéria de previsão, já que esta ciência estará nas mãos de nossos estudantes num futuro próximo. Depois do fim da raça Ária existirão, todavia, duas raças mais, que não estão representadas nas estátuas de Bamían.

A sexta grande raça CORADI, será todavia mais pequena que a atual raça Ária e a sétima medirá aproximadamente uns 25 centímetros de altura, cada uma das quais repetirão os mesmos ciclos das sete sub-raças, com a diferença de que o farão, respectivamente, numa escala superior da espiral da vida. Ao final do Dia Cósmico, a espécie humana, bem como as demais espécies, involucionarão gradualmente nas dimensões superiores e voltarão ao seu estado germinal primitivo.

A Lei dos Opostos indica que depois do Dia Cósmico, ocorrerá o estabelecido pelo Demiurgo Criador - A Noite Cósmica ou Pralaya - por um período igual de 311.040.000.000.000 de anos, durante o qual a Lua atual se desintegrará.

No novo Mahanvantara, o antigo planeta Terra ficará convertido em lua e um novo planeta o substituirá. Essa é a Lei.  


Prática de Concentração sobre o Corpo Físico


 Depois de haver escolhido uma hora propícia, durante a qual possa realizar o máximo de concentração sem ser interrompido, toma sua posição preferida e relaxe todos os músculos. Inale e exale rítmica e profundamente, bastante vezes, sentindo como o sono vai chegando a ti. Mude agora para a respiração normal. Com o poder de tua imaginação procure visualizar e sentir todos os órgãos de teu corpo físico, externa e internamente, descubra as cores, o funcionamento, as formas, os tamanhos, as localizações, etc. Contempla com os olhos fechados, o cerebelo, a glândula pineal no centro da cabeça, a glândula pituitária no entrecenho (chamado de terceiro olho), continue com a glândula tireóide e paratiróide, o coração, o fígado, a vesícula biliar, o baço, os pulmões, os rins, as supra-renais, as gônadas sexuais, etc.

Faça esta prática todos os dias durante meia hora e lembre-se: procure que o sono chegue, porém não adormeças, trate de manter-te em estado de vigília (entre desperto e adormecido).

Paz Inverencial

(Curso de Expansão da Consciência - José Pilla)

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